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ESRON MENEZESExcel Avançado, Administração, Logística e Tecnologia |
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January 31 A difícil arte de ser você mesmo“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”. Oscar Wilde
Suce$$o Roberto Recinella Resolução de conflitosby Tatiana Kielberman Com o aumento de ocorrências de assédio moral, as empresas precisam implementar ações para solucionar os conflitos no ambiente corporativo, melhorando os relacionamentos internos e o clima organizacional, além de aprimorar, por conseqüência, a produtividade e lucratividade. Hoje em dia, sabe-se que há várias ações com o objetivo de otimizar as relações de trabalho, tais como diálogos, terapias e dinâmicas de grupo, visando melhorar os processos nas organizações por meio do estabelecimento de regras simples: ouvir, não julgar, prezar a ética e o respeito, entre outras. Porém, além dessas alternativas, há algumas maneiras de se refletir para atuar positivamente diante dos conflitos no seu espaço de trabalho. Confira as dicas! - Sempre desconfie da primeira impressão que algo ou alguém passa a você. Tenha flexibilidade e pense duas vezes antes de formar uma opinião. - Entre dois indivíduos, há no mínimo três certezas: a sua, a da outra pessoa e a verdade. Fique atento! - Reconheça se estiver errado. É difícil, mas possível. - Controle seus impulsos e utilize os suportes disponíveis. - Ouça antes de falar. - Busque e encontre pontos em comum com o outro. - Agradeça o interesse e apoio de seus colegas de trabalho. - Pense duas vezes antes de agir. - Busque a união colaborativa entre os envolvidos na tarefa. Todos só têm a ganhar com isso! Com essas atitudes, ficará mais fácil promover a harmonia e a resolução de conflitos no ambiente corporativo. Invista nisso e boa sorte! January 17 Gerenciar projetos é assunto para líderesPor Walther Krause iMasters A sobrevivência de uma empresa requer de seus executivos ações rápidas, objetivas e consistentes. Todas as oportunidades devem ser aproveitadas e novos espaços precisam ser criados. O sucesso da organização é o resultado de suas lideranças e da aplicação de práticas gerenciais que a conduzam, com eficiência e eficácia, no sentido de atingir os resultados esperados. O gerenciamento de projetos é o caminho para transformar idéias em algo que dê as empresas desenvolvimento de forma sustentável, considerando-se o cenário competitivo atual. Atualmente o profissional responsável por conduzir os projetos recebe a atribuição de Gerente do Projeto. Entretanto, é vital observarmos que é fundamental existir esta função, independente de seu título, uma vez que este cargo ainda não é formalmente reconhecido por várias organizações. Mas independente de nomes ou cargos, saber o perfil necessário ao gerente do projeto, para o melhor desempenho de suas atribuições, é fundamental na construção de uma organização de alto desempenho. Este profissional deve conter pelo menos três grupos de competências: técnica, competência na área de atuação e de gestão. A competência técnica é formada pelas habilidades e conhecimentos nas melhores práticas de gerenciamento de projetos, como as difundidas pelo Project Management Institute - PMI (www.pmi.org). A segunda competência está relacionada ao tipo de negócio ou pro jetos envolvidos, como engenharia, tecnologia da informação etc. A competência de gestão é comportamental e requer habilidades e atitudes que tornam o gerente de projeto um líder. Todas as competências são importantes, mas a que leva a liderança é a que traz melhores resultados para a organização e para o profissional. O gerente de projetos não é um "tocador" de cronogramas, muito menos um herói realizador. Ele precisa ser o líder de uma transformação, conduzindo uma equipe a desenvolver, coordenadamente, um conjunto de tarefas executadas de forma eficiente para a obtenção do sucesso, não só para a organização, mas também para seus clientes e todos os envolvidos no projeto. A liderança é o resultado de habilidades do gestor em entender as causas e os objetivos, de atitudes em motivar e colaborar, de atribuir a si responsabilidades e de realizar alianças com equipe, pares e outras partes interessadas num objetivo convergente. Um estudo realizado por uma consultoria em Recursos Humanos norte-americana revelou as 25 empresas que melhor formam líderes no mundo. O primeiro lugar apontado pela pesquisa é da IBM, que possui um dos mais abrangentes programas de formação de gerentes de projetos e de líderes, requerendo que todos os seus executivos tenham cerificação em gerenciamento de projetos, incluindo a certificação do PMI (PMP). A IBM é uma das poucas empresas americanas que se manteve inabalável perante a crise financeira recente. É uma das Top of Mind do Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos, coordenado pelo PMI Regional Rio de Janeiro (www.pmirio.org.br). A General Electric também é uma das principais em liderança, com programas de formação e certificação em gerentes de projetos. A NASA, uma das maiores referências em gerenciamento de projetos, possui um programa específico para formação de gerentes de projeto líderes. Este modelo propaga-se por todos os níveis hierárquicos, mostrando um novo caminho para o profissional em gerenciamento de projetos. Steve Dobbs, presidente da Fluor Corporation, sentenciou que a sua empresa passou pela crise graças ao gerenciamento de projetos, que alavanca os resultados na bonança e alinha o rumo em momentos desfavoráveis. Ser gerente de projetos é uma opção para grandes realizações, mas irá exigir muito esforço e desenvolvimento de seu perfil para alcançar o sucesso pessoal e da organização. January 07 Não peça feedback, obtenha-oPor Paulo César M. Jeveaux - iMasters Todo grande líder sabe que o feedback sincero daqueles que estão à sua volta é uma das principais ferramentas para melhoria e evolução de seu trabalho e de seu papel como líder. Receber e saber processar as críticas é fundamental para aprender e melhorar como líder, quando o feedback é um elogio é ainda melhor, nada mais gostoso do que ter a certeza de que você está no caminho certo.
Pergunta idiota: No meio de um jogo de futebol, pergunta-se para o árbitro: Você está ocupado?
Aprendendo a obter feedback: Preciso de feedback específico sobre meu plano para que a próxima iteração dê certo.
December 16 Como se portar no local de trabalho - Parte 03Por Mauro Pichiliani - iMasters Vejam os artigos anteriores Como se portar no local de trabalho - Parte 02 Como se portar no local de trabalho - Parte 01 Olá, pessoal! Veremos hoje a terceira parte dessa série de artigos que aborda o comportamento de profissionais da área de informação. Lembrando que estas dicas são sugestões e que devem sempre ser consideradas de acordo com o contexto da empresa e do bom senso. Novamente citando a referência, o conteúdo destes artigos foi baseado em um texto publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 10/01/2009, na página Ce2 do caderno de Empregos. Vamos lá: 6. Maldade e fofocasa) Afaste-se das fofocas e maledicências. Só o fato de prestar atenção nelas já pode lhe dar a fama de fofoqueiro... Toda empresa tem fofoca. Em algumas esta prática fica mais clara, em outras é mais difícil de detectar sua ocorrência. Por isso a dica aqui é procurar evitar e se distanciar deste tipo de conversa sempre que possível. Lembre-se: fofoca é falar mal de uma pessoa sem fundamento ou supor algo sem fatos concretos. Geralmente algumas pessoas são especialistas nisso e ao menor sinal de alguma coisa diferente ou fora do normal já começam a fofocar. Evite comentar na frente de outros colegas os programas que você e o amigo(a) fizeram no final de semana, pois isso desperta ciúme e compromete a imparcialidade de qualquer decisão ou trabalho que você tenha ou faça em relação ao seu amigo. Amizades com colegas de trabalho são ótimas e devem ser cultivadas no dia a dia do mundo corporativo. Porém existem limites que devem ser seguidos, especialmente se as amizades interferirem no trabalho ou se por algum motivo tornarem o relacionamento com as demais pessoas da empresa algo que incomode e atrapalhe. Deixe bem claro que é adepto do ditado "amigos, amigos: negócios a parte" e evite trabalhar em parceria com um grande amigo a ponto que isso prejudique a carreira dos dois na empresa. Além de dar impressão de protecionismo, a relação pode comprometer o serviço e dificultar a solução de problemas. Muitas novas empresas surgem a partir de amizades entre colegas de trabalho que decidem abrir o próprio negócio. Nada de errado nisso, a não ser quando recursos da empresa são utilizados para suportar atividades paralelas que não são relacionadas ao foco principal e que potencialmente podem se tornar um concorrente da empresa. A idéia aqui é saber definir a linha entre começar um negócio próprio ou seguir trabalhando como colaborador da empresa sem prejudicar ninguém. Quando comentar com qualquer um na empresa os seus resultados positivos, prêmios e novos projetos que lhe foram confiados aja com humildade e procure não assumir um tom ou ar de superior. Aqui temos o famoso caso do ego, ou seja, as pessoas que adoram ficar exibindo suas conquistas pessoais no ambiente de trabalho. Já cansei de encontrar ambientes onde profissionais se gabam de ter certificações Microsoft, Oracle, Cisco, Linux, etc ao ponto de se sentirem melhor que os outros profissionais. Quem tem este tipo de título ou status deve ter em mente que outras pessoas não acham agradável ficar ouvindo a cada instante que este ou aquele título faz dele um profissional melhor e mais qualificado. Caso trabalhe com alguém de quem não gosta, troque cumprimentos, mantenha distância e evite comentar a antipatia que sente. Isso reduz atritos e evita que os outros reparem a incompatibilidade e façam fofocas. O relacionamento entre pessoas é algo que nem sempre pode tomar o rumo desejado. Em diversas situações temos que trabalhar ou mesmo colaborar com pessoas que não temos afinidade e não gostamos. Nestas situações devemos agir como profissionais, evitando atritos e focando no trabalho sem dar atenção aos aspectos negativos da pessoa com a qual estamos trabalhando. Este tipo de situação geralmente não é agradável e recomenda-se seguir uma linha impessoal e estritamente profissional para tornar o trabalho menos desagradável e fazer com que ele acabe mais rápido. 7. Como se portar em uma reuniãoa) Para a reunião começar mal, basta chegar atrasado. Além de irritar quem chegou na hora, sua imagem fica péssima.
Isso quer dizer que, antes de apresentar sua idéia, você tem que pensar bem sobre ela e verificar se realmente ela vale a pena ser apresentada. Também é preciso estar preparado para receber críticas, opiniões e mudanças no que vocês propôs de acordo com o feedback dos demais participantes da reunião. Não se sinta menosprezado se a sua idéia for rejeitada, pois muitas vezes na nossa cabeça a idéia é perfeita, mas na realidade nem sempre é assim. Evite ficar andando de um lado para outro na sala enquanto estiver expondo uma opinião ou uma apresentação. Os participantes vão achá-lo um exibicionista. Existem muitas dicas sobre a apresentação de um trabalho ou idéia em uma reunião. Aqui a idéia é simplificar e não ficar se exibindo à toa. Vá direto ao ponto e deixe as perguntas e detalhes técnicos para o momento adequado. 8. Relacionamentos pessoais e íntimos no trabalhoa) Você e um(a) colega se apaixonaram. Se a empresa não proíbe o namoro entre funcionários e vocês são desimpedidos, não esconda, pois os colegas desconfiam, descobrem e fofocam. Não existe fofoca mais rápida de se espalhar do que um relacionamento escondido entre duas pessoas da empresa que foi descoberto. A famosa "rádio-peão" é especialista em transmitir este tipo de notícia de ouvido em ouvido. Por isso sempre seja sincero e evite esconder relacionamentos sempre que possível. Caso contrário, esteja preparado para a avalanche de olhares, conversinhas que são interrompidas com a sua chegada e risadinhas espontâneas. Dentro da empresa, nada de "fofo", "lindinha" e "neném". O tratamento e a cordialidade despendida entre os colegas de trabalho deve ser sempre pautada pelo relacionamento profissional. Guarde as gentilezas excessivas e os tratamentos carinhosos para situações íntimas fora da empresa, especialmente se estiver na presença de clientes, fornecedores ou parceiros que não sabem do seu relacionamento. Não constranja os colegas nem cause falatório criando situações para ficar a sós com seu amado ou amada. Se vocês querem ficar a sós procurem o local e hora adequadas para isso e que seja fora da empresa. Um simples ato de carinho pode ser interpretado de várias formas por quem não conhece ou aprova o relacionamento dentro da empresa. Se brigar com ela ou ele, deixe a cara fechada e a reconciliação fora da empresa. Seu romance não é novela para ser acompanhado capítulo a capítulo. Certas pessoas fazem questão de deixar claro como anda o seu relacionamento pessoal, geralmente comunicando a todos cada evento relevante. E o pior é que as outras pessoas muitas vezes sentem um prazer intenso em acompanhar estes fatos. Mais uma vez, a idéia aqui é ser profissional e evitar fornecer assuntos que incendeiam a curiosidade dos outros. Não policie os horários da sua parceira(o) e muito menos crie empecilhos para que ele(a) almoce com colegas ou superiores sob o argumento "você não liga mais para mim". Isso pode prejudicar a carreira dele ou dela. Estar em um relacionamento íntimo com alguém do trabalho não significa que este alguém terá tratamento especial. Isso é fácil de falar na teoria mais difícil de fazer na prática, pois queremos sempre dar o melhor para as pessoas que gostamos. Por isso vale a pena sempre ponderar certas atitudes e, em casos extremos, avaliar se o tratamento correto foi parcial com a ajuda de algum colega próximo. Em muitas empresas trata-se de um amor proibido. Vocês podem tentar escondê-lo por um tempo, mas correm sérios riscos. Do ponto de vista ético, o melhor a fazer é pedir, rapidamente, uma transferência de departamento, já que o romance pode comprometer o trabalho. Se não for possível uma transferência, a saída mais correta é um dos dois pedir demissão. Durante o período de impasse, ajam com absoluta discrição. Os fofoqueiros de plantão adoram comentar sobre situações como essa. Casos assim são de nitroglicerina pura. Se o romance se tornar público, amor, trabalho e família viram um grande imbróglio e isso é péssimo para a carreira. Aqui apenas uma frase: evite agir por impulso e pense nas conseqüências dos seus atos. Se decidir sair de casa, comunique, sem revelar detalhes, a mudança de endereço e o novo telefone para a secretária do setor ou responsável por esta tarefa. E avise seu chefe sobre sua separação. Evite comentar o assunto em voz alta e não transforme seu drama em tema de debate no fumódromo. Se não conseguir disfarçar o sofrimento, seja sincero e diga que está passando por uma fase difícil e complicada sem entrar em detalhes pessoais December 06 Como se portar no local de trabalho - Parte 02Por Mauro Pichiliani - iMasters Veja o artigo anterior Como se portar no local de trabalho - Parte 01 * Olá, pessoal. Na coluna desta semana continuarei a explorar e apresentar alguns aspectos relevantes à conduta e ao comportamento no local de trabalho. Lembrando que estas dicas são essenciais para qualquer convivência produtiva em um local de trabalho, especialmente para profissionais da área de informática e computação. Novamente, o conteúdo desta coluna foi baseado em um artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 10/01/2009, na página Ce2 do caderno de Empregos. As dicas são apresentadas de acordo com a separação em tópicos, que cobrem várias atividades e situações encontradas no dia a dia do ambiente de trabalho. 03. Uso do e-mail a) O mais importante é nunca, mas nunca mesmo, escrever algo que possa causar constrangimento a você ou a outras pessoas depois. Evite intimidades e só escreva em um e-mail aquilo que você falaria pessoalmente. Ah, o famoso caso do e-mail. Muitas pessoas são tomadas por fortes emoções e sentimentos quando escrevem e-mails, principalmente em situações onde há alguma discussão ou disputa. Isso tem até nome da área de informática: flame wars, que geralmente são causados por trolls. No ambiente empresarial deve-se evitar ao máximo escrever tudo que vem à cabeça diretamente, sem ao menos ponderar os efeitos que tal mensagem pode causar. Por isso, evite escrever e-mails que visam apontar defeitos ou evidenciar a culpa de alguém quando estiver com a cabeça quente. A técnica de respirar fundo, deixar a cabeça esfriar e pedir ajuda antes de mandar aquele e-mail que causará impacto pode fazer a diferencia na comunicação entre as partes envolvidas. b) Verifique sempre a gramática e a ortografia do texto antes de enviá-lo. Nada pior do que um texto cheio de erros. Aqui a tecnologia está a nosso favor: hoje em dia a maioria dos programas de e-mail (mesmo aqueles on-line) possui recursos para auxiliar a correção da gramática do texto. Procure ler a mensagem com calma, palavra por palavra e sempre utilizar a norma culta e formal de escrita. E lembre-se: o e-mail pode ser utilizado como um documento formal para comprovar atitudes, justificar ações ou mesmo influenciar tomadas de decisões que gerem repercussões. c) Seja breve, claro e objetivo. Hoje em dia, ninguém tem tempo para ler texto extensos demais ou ficar pensando em palavras fora de contexto. Aqui a dica é optar pela simplicidade e ir direto ao assunto. Geralmente as pessoas têm que ler uma quantidade considerável de e-mails no dia a dia e ficar enchendo lingüiça com detalhes técnicos inúteis não ajudam na comunicação. Se for o casso, separe os destinatários da mensagem em dois grupos: aqueles que precisam saber que o servidor X foi configurado com a opção Y de acordo com o modelo W e aqueles que apenas precisam saber que o processo de manutenção ocorreu com sucesso. Evite também colocar uma assinatura de e-mail demasiadamente excessiva, com flores, ícones, mensagens e outras perfumarias. Mantenha o básico: seu nome, cargo na empresa e forma de contato adicional ao endereço de e-mail. d) Nada de mandar correntes, piadas (obscenas ou não) e pegadinhas por e-mail para quem você não conhece. A dica acima parece básica, mas muita gente ainda encaminha este tipo de material no e-mail da empresa. Vale aqui dizer que assuntos profissionais devem ser separados de assuntos pessoais e isso geralmente implica na criação de um e-mail particular para enviar este tipo de conteúdo. Além disso, redobre a atenção no campo de destinatário e cópia oculta, pois um e-mail enviado para a pessoa errada por ser um passaporte direto para aquela conversa na sala do RH. 04. Relacionamento com superiores a) Procure ter um perfil claro da forma de ser e de trabalhar do seu superior. Converse com quem já foi subordinado a ele. Essas informações ajudarão a guiar suas atitudes e reações. O relacionamento entre um profissional e o seu superior pode ser uma maravilha ou um verdadeiro inferno na Terra. Como será a convivência depende das duas partes, mas não custa nada entender como cada um trabalha, suas personalidades, atitudes e reações. Sabe que o chefe não gosta de marcar uma reunião sem tópicos definidos? Não faça isso nunca. Desconfia que o funcionário esteja com algum problema para respeitar os horários de trabalho? Chame para uma reunião particular e procure entender e resolver o problema. b) Por mais que ele (o chefe) permita uma relação de proximidade, imponha (sutilmente, claro) limites. Quando surgirem problemas, tanto você quanto ele podem adotar um tom pessoal demais na discussão, o que pode ser um erro, já que a corda sempre cede para o lado mais fraco. Ou seja, o seu. Aqui temos novamente a questão do relacionamento profissional versus o relacionamento pessoal. No ambiente de trabalho é aconselhável sempre procurar manter certa distância profissional de certos assuntos, que podem ser tratados em detalhes durante o happy hour ou fora do horário. Muitas vezes perde-se tempo demais discutindo e conversando sobre assuntos pessoais, o que acaba tomando tempo precioso. Isso não quer dizer que deve-se apenas falar de trabalho, mais sim que deve-se saber qual é o limite do que deve-se falar ou não durante o trabalho. c) Caso tenham afinidades ou amigos em comum, não há mal algum em fazer comentários pessoais. Mas seja discreto e tome cuidado para não parecer inconveniente nem puxa-saco. Se o chefe fizer a linha tirano, seja polido. Tentar uma intimidade forçada é uma humilhante perda de tempo. Muitas vezes o tratamento com o chefe ou o funcionário é algo falso e só ocorre porque há algum interesse por trás. Porém este tipo de atitude não dura muito e é péssimo para a carreira, pois impede a construção de um relacionamento profissional sólido, sem contar os danos que tal atitude causa à empresa e ao trabalho. Por isso, opte pela discrição e pela imparcialidade sempre que possível, respeitando a hierarquia e o seu local no quatro de funcionários. Se não for com a cara do chefe mesmo, procure ter o mínimo de contato necessário para a conclusão das atividades do trabalho. d) Reconheça seus erros, mas não exagere no arrependimento nem na culpa. A fala correta é "não foi um erro intencional, isso não vai ocorrer de novo e vou remediar o acontecido". Assumir o que foi feito ou deixou de ser feito faz parte do profissionalismo, uma qualidade crucial para quem trabalha na área de computação. Infelizmente já presenciei situações onde alguém preferiu justificar o sério problema ocorrido colocando ênfase no ambiente, nas circunstâncias, nos comportamentos das pessoas ao invés de admitir o erro. Este tipo de comportamento mostra que a pessoa faz quase tudo para se safar e evitar uma punição por um problema que é de sua responsabilidade. Mais uma vez, optar pelo caminho da sinceridade sempre é a melhor solução, mesmo que isso gere um desligamento da empresa ou uma punição mais severa. Isso quer dizer que admitir o erro, e também a culpa, demonstra responsabilidade e é o primeiro passo no sentido de consertar o problema. e) Procure evitar ao máximo deixar o seu chefe no escuro, ou seja, desfavorecê-lo ou colocá-lo em situações ruins. Este tipo de atitude dá a impressão de que você não está o suportando e que quer prejudicá-lo. Aqui tem-se a questão da união da equipe. Por mais que você odeie o chefe, não aceite suas decisões ou não compartilhe suas opiniões, jamais deve prejudicá-lo ou desfavorecê-lo, especialmente na frente de clientes. Afinal de contas, todos pertencem à mesma empresa, e desavenças pessoais devem ser resolvidas pelos caminhos adequados, e não por atitudes que possam prejudicar a empresa. O relacionamento entre subordinado e superior nem sempre é fácil, requer tempo para que entre nos eixos e normalmente envolve a mudança de alguns hábitos por ambas as partes. Contudo, sempre há a possibilidade de se abandonar a chefia ou o subordinado e procurar outra pessoa para se trabalhar quando a situação se torna insustentável. 05. Processo de desligamento da empresa a) Ao ser demitido Receba a notícia com dignidade. Perder a cabeça com reações de pânico ou raiva não resolvem a situação. Procure saber o motivo da demissão. Se perceber a chance de reverter a situação (o que é raro), argumente. Senão, reflita sobre as razões da sua dispensa para melhorar seu desempenho no futuro. Comente a demissão com, no máximo, um ou dois colegas íntimos. Cuidado com observações levianas, que podem atrapalhar uma indicação. Recolha suas coisas o mais rápido possível e discretamente. Essa é clássica: após ser desligado da empresa, o funcionário imediatamente reúne seus colegas de trabalho, comunica a notícia e espera que todos fiquem do lado dele, entendendo que ele está sendo prejudicado injustamente e que a empresa sugou tudo dele enquanto podia. E o pior: ele incita os demais colegas a se amotinarem visando prejudicar a empresa da pior formar possível. Quem é desligado de uma empresa com certeza está sobre forte influência emocional, por mais que tal desligamento seja previsto e esperado. Isso quer dizer que o profissional pode ter as mais variadas reações: desde a completa revolta e hostilidade até o estado de choque e palidez. Geralmente o profissional de RH, ou quem quer que seja responsável pela notificação do desligamento, deve compreender a situação e procurar transmitir a mensagem de desligamento da forma mais pacífica e serena possível para justamente evitar reações emocionais descontroladas. Porém nem sempre é assim. b) Demissão de um colega Só se manifeste quando ele puxar o assunto. Diga o quanto lamenta e faça um comentário construtivo, como "você é um bom profissional, logo se recolocará". Seja solidário, mas não exatamente para criar um clima de "motim" na equipe. Aqueles que ficaram devem tomar muito cuidado na compreensão e no entendimento de que o funcionário desligado está querendo. O correto é ser solidário, mas não ao ponto de prejudicar alguém ou gerar um clima de desconforto com os demais funcionários que continuam a trabalhar na empresa. c) Ao pedir demissão Comunique sua decisão à chefia com antecedência. Deixe claro que está saindo, mas não crie confusões e um clima que prejudique quem fica. Diga ao empregador e aos colegas o quanto foi bom trabalhar com eles e, se fizerem festa de despedida, escreva uma carta de agradecimento. Evite falar mal do antigo empregador, pois você pode precisar dele no futuro. Se a decisão de desligamento da empresa partiu do funcionário deve-se tomar alguns cuidados para que o clima e o ambiente de trabalho não fiquem comprometidos. Deixe claro seus motivos e por que este foi o momento escolhido para tal desligamento. Faça o máximo para transmitir o conhecimento que só você detém, transfira suas responsabilidades e obrigações e evite esconder algo ou levar para casa algo da empresa sem permissão. Já vi situações onde um desenvolvedor copiou todos os códigos fontes do sistema quando soube que foi demitido e saiu ameaçando a empresa. Este tipo de atitude só prejudica o profissional e, por mais que ele esteja indignado, jamais deveria ter feito a empresa ou alguém de refém. Isso pode gerar sérias complicações jurídicas além de manchar a reputação do profissional ao ponto do mercado reconhecer tal atitude e bloquear novas tentativas de recolocação. Continuaremos com mais alguns tópicos importantes na próxima semana. Até lá! November 27 Como se portar no local de trabalho - Parte 01Por Mauro Pichiliani - iMasters Olá, pessoal. A partir desta semana vou deixar um pouco a parte técnica de lado e comentar alguns aspectos e dicas de como se portar no local de trabalho, algo que é fundamental para um bom profissional da área de informática, assim como para qualquer área. A idéia é mostrar algumas dicas que possam auxiliar aqueles que estão iniciando no mercado de trabalho e que ainda têm algumas dúvidas sobre como se portar em certas situações, além de fazer uma boa reciclagem para aqueles que já estão no mercado há algum tempo - relembrar é bom e, muitas vezes, necessário. Infelizmente, a área de computação não é conhecida por ter os profissionais mais "amigáveis". Com certeza posso afirmar que já presenciei situações e comportamentos lamentáveis durante a minha carreira. E parece até que isso se "espalha" para outras áreas que trabalham com o meio digital. Como tenho certa experiência em várias empresas, como colaborador, consultor externo, e outras modalidades de trabalho, sei o que é liderar uma equipe e também como conduzir um processo de seleção e de desligamento de um profissional. Por isso recomendo a todos que estão lendo este artigo e que trabalham em empresas, sejam elas agências de publicidade, provedores de conteúdo, produtoras, repartições públicas e outras, que fiquem atentos ao principal aspecto relacionado ao comportamento no local de trabalho: o bom senso. Isso quer dizer que cada local, independente da liberdade ou informalidade, requer um nível de profissionalismo básico e comportamento adequado para garantir o bom relacionamento e a convivência saudável com as demais pessoas da empresa, parceiros, clientes e outros. Dito isso, vou apresentar algumas sugestões de como se portar em certas situações, focando no profissional da área de informática. O conteúdo deste artigo foi baseado em um texto publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 10/01/2009 na página Ce2 do caderno de Empregos. Vou dividir as sugestões em tópicos e quebrá-las em alguns artigos, ao invés de apresentar todo o conteúdo de uma vez só. 1. Sobre o relacionamento com as pessoasa) Seja honesto em qualquer situação Isso quer dizer que, muitas vezes, é preciso saber dividir igualmente certos recursos, saber balancear e dosar as atitudes de acordo com o contexto e sempre falar a verdade. Além disso, ser honesto implica que não se deve omitir certas informações ou se ausentar. O sistema parou de funcionar por que você pisou na bola e cometeu um erro? Seja honesto, assuma a culpa e esteja preparado para as conseqüências por pior que elas sejam. Pela minha experiência digo que a honestidade é um atributo que às vezes é difícil de se encontrar e funciona como uma via de duas mãos: se você quer que as pessoas sejam honestas com você, é preciso antes que você seja honesto com elas. b) Nunca faça algo que você não possa assumir em público Ah, esse remete ao clássico comportamento de omissão. Ainda mais com ferramentas como a internet que dão uma falsa sensação de anonimato. Se você quer ser um bom profissional, é preciso assumir o que fez e junto com isso carregar as responsabilidade e implicações dos seus atos. Aqui temos os famosos casos do "eu não mexi, parou de funcionar sozinho" ou do "já estava assim quando cheguei" que indiretamente estão mascarando o fato de a pessoa querer ser esquivar para evitar problemas. c) Seja humilde, tolerante e flexível com colegas e chefia Esse é outro item que é muito comum na área de computação, inclusive já abordado por mim em uma das colunas anteriores chamada de Humildade do Colunista. Como a área de computação envolve muitos conceitos, métodos, técnicas e outros procedimentos complexos de se entender, muitos profissionais adotam uma postura arrogante perante aqueles que não conhecem tanto quanto eles. Isso traz muitos problemas de relacionamento que prejudicam não só as pessoas envolvidas, ao ponto de evitarem contato, como também a empresa de um modo geral. Porém, mudar esta arrogância é algo que não é fácil e não sai do dia para a noite: é preciso, gradualmente, adotar posturas mais humildes e avaliar como foi o tratamento das pessoas em certas situações. Outro ponto importante aqui é a questão da tolerância e da flexibilidade. Todos somos humanos (assim espero) e erramos. Digo mais: erramos muito e vamos continuar errando. Por isso é preciso saber dosar ações corretivas e também entender o contexto, situação, argumentos, circunstâncias e recursos antes de condenar ou absolver. Por exemplo, é preciso ser tolerante quanto à qualidade de um programa se o responsável pelo seu desenvolvimento foi obrigado a trabalhar em um prazo considerado inadequado ou mesmo insuficiente para a execução de tal tarefa. d) Ser ético pode significar, muitas vezes, perder dinheiro, status e benefícios Ética. Essa palavra cada vez mais vem ganhando espaço na área de computação. Infelizmente ainda vejo pessoas que não têm a menor noção de como ser ético ou mesmo o que significa isso. Não sou especialista em ética, mas recomendo o ótimo artigo sobre isso escrito para o iMasters pelo Thiago França, cujo título é Ética de um Gerente de Projetos. Eu sei, eu sei, a ética as vezes é a última coisa a ser pensada, principalmente quando se fala em dinheiro, status e benefícios. Cansei de encontrar pessoas que não ligam para princípios morais quando se fala em mexer no bolso ou mesmo atrapalhar algo que já foi conquistado. Aqui não tem muito jeito: ser ético pode atrapalhar muitas coisas e gerar inclusive perdas materiais ou não, mas para aqueles que têm consciência nada vale mais a pena do que colocar a cabeça no travesseiro à noite e dormir tranqüilo. e) Dê crédito a quem merece. Nem sonhe em aceitar elogios pelo trabalho de outra pessoa. Cedo ou tarde será reconhecido o autor da idéia e você ficará com fama de mau-caráter. Outro ponto comum na área de computação, principalmente quando se fala de software. Hoje em dia praticamente todas as soluções não são esforços individuais, mais sim a soma destes esforços que faz a roda girar. Isso quer dizer que se você utilizou algum software livre para a sua solução, você tem que reconhecer o esforço da comunidade. Alguém lhe ajudou a configurar o servidor em um ambiente que você não conhecia? Agradeça e diga que foi um trabalho em conjunto. Às vezes é comum ter uma pessoa apenas apresentando um resultado de um projeto e a audiência esquece que, por trás da pessoa falando, houve uma equipe que contribuiu para o resultado. Mais um exemplo: utilizou um tutorial no Photoshop para criar aquela imagem na propaganda? Poste um comentário agradecendo o autor e comente com seus colegas onde aprendeu tal técnica. Colocou uma notícia no seu blog sobre algo legal? Não esqueça a fonte ou pelo menos citar como fez para obter o material. Foi o estagiário que teve aquela idéia genial? Faça questão de comentar com a equipe e com o cliente que o "pulo do gato" foi obra de um profissional que está começando na carreira. f) Pontualidade vale ouro Se você sempre se atrasar, será considerado indigno de confiança e pode perder boas oportunidades de negócio. Aqui temos um conceito básico que muitas vezes é ignorado pelo brasileiro e é genuinamente reconhecido e admirado no povo britânico e oriental: a pontualidade. Sem entrar em detalhes do motivo de atrasos (trânsito, sono em excesso, problemas pessoais, etc) a pontualidade é algo que realmente marca o profissional, vide o exemplo que comentei na coluna Diário de um DBA. Sei que existem situações e ocasiões onde o atraso não pode ser evitado. Mas a recorrência deste tipo de comportamento é péssima não só para a imagem do profissional, mas também para a empresa que este representa. Obviamente existem muitos fatores a serem considerados, mas a pontualidade é algo realmente básico e que muitas vezes separa um profissional relaxado de um profissional comprometido. g) Respeite a privacidade do vizinho É proibido mexer na mesa, nos pertences e documentos de trabalho dos outros. Devolva logo o que pedir emprestado. Aqui temos embutido o conceito de intimidade. Com certeza existem ambientes mais informais onde é permitida certa invasão de privacidade. Porém existem limites a serem seguidos e que devem ser respeitados. Já presenciei situações onde aquele pacote de chocolate guardado para uma ocasião especial foi sistematicamente descoberto e usurpado por colegas de trabalho que achavam tudo engraçado. Com certeza isso pode gerar problemas internos, mesmo que a vítima leve na brincadeira tal ação. Cabe ressaltar novamente: o ambiente empresarial é diferente da sua casa. Certas brincadeiras e liberdades têm que ficar do lado de fora da porta da recepção e não dentro do departamento. h) Faça o que disse e prometeu Quebrar promessas é algo imperdoável. As duas frases acima remetem ao conceito de comprometimento. É fácil falar que vai fazer chover e que isso é algo que você domina perfeitamente. Porém não se esqueça de que quando uma promessa é feita gera-se expectativa em quem recebeu a promessa. Quando uma promessa é quebrada essa expectativa é frustrada e se torna algo imperdoável, manchando a confiança e a capacidade do profissional. Aqui faço uma observação pessoal: eu, Mauro Pichiliani, já quebrei promessas e vou continuar a quebrá-las no futuro, pois, como disse anteriormente, todos erramos. Por isso procure sempre se lembrar dos riscos que vão junto à promessa e sempre procure adotar uma atitude mais pragmática quando expuser o que está prometendo. Infelizmente muitas promessas são quebradas devido a fatores que estão fora do controle de quem fez a promessa, mas isso não diminui a culpa ou responsabilidade, pois este tipo de risco deve ser mencionado e devidamente priorizado. Por exemplo: após prometer que a manutenção iria ocorrer sem transtornos, o sistema parou de funcionar porque o Service Pack mudou o comportamento de uma funcionalidade de uma forma inesperada? Este tipo de situação possui várias saídas como, por exemplo, o teste do Service Pack em um ambiente controlado. 2. Sobre conversas ao telefonea) Dê toda a atenção à pessoa que ligou Nada de mascar chiclete, comer ou fazer qualquer tipo de barulho. A pessoa do outro lado da linha pode achar que você não está lhe dando a devida atenção. Quando alguém liga para a empresa esta pessoa quer ser bem atendida e falar com quem pode resolver seu problema e ouvir o que ela tem a dizer. Por isso é imprescindível saber dar a devida atenção e procurar garantir o correto entendimento do que a pessoa está falando. Para quem recebe: seja compreensivo e procure ajudar a pessoa, mesmo que esta ajuda seja o encaminhamento da ligação para outra pessoa. Para quem liga: evite ir direto ao assunto e não se esqueça da saudação, cordialidade e educação ao telefone. b) Em hipótese nenhuma chame o cliente de "querido(a)", "meu bem", "benzinho" Aqui temos o aspecto do nível de intimidade no relacionamento entre o cliente e o profissional. Procure deixar tratamentos íntimos, piadas ou alcunhas para ambientes mais informais como o happy hour depois do expediente. Já presenciei situações onde o tratamento incorreto de pessoas no telefone, no caso um cliente, foram responsáveis pelo cancelamento de contratos e perdas significativas para a empresa. Tudo devido à falta de tratamento correto e à forma de comunicação entre quem está falando e quem está ouvindo. c) Ao atender a telefonemas alheios, anote o recado Escreva o nome da pessoa que ligou, o número do telefone, o assunto e a hora. Com letra legível, é claro. Aqui temos a questão da organização. Quem ligou quer falar com alguém e esse alguém deve, de alguma forma, ser notificado desta ligação. Muitas vezes oportunidades são perdidas, problemas são agravados ou situações desconfortáveis são geradas pela falta de comunicação entre partes e com certeza quem está no meio da transmissão, ou seja, quem anota e passa o recado, pode ser responsabilizado de alguma maneira pelo problema gerado pela falta de comunicação entre as partes interessadas. d) Evite, ao máximo, atender ao telefone durante uma reunião A não ser que a ligação seja extremamente importante. Isso também vale para telefones fixos e celulares, que devem ser desligados ou colocados em modo silencioso antes de o encontro começar. A dica acima parece básica, mas é comum uma reunião ser interrompida por um toque de celular escandaloso e que mostra a personalidade e o gosto do dono do aparelho. Evite utilizar toques muito altos, escandalosos, incoerentes com o ambiente e que possam não apenas quebrar a concentração dos participantes da reunião, como também indicar que você precisa de um som ou música nada discreta para receber ligações. e) Não faça ligações pessoais demoradas Principalmente se for namorar. Nem pense em brigar com filhos ou parentes pelo telefone. Todos estão sujeitos a ter de atender a um telefonema com alguém ao lado. Quando for inevitável, procure fazer com discrição. Nada de gestos, caretas ou comentários tapando o bocal do telefone. Pega mal e mostra que você não está dando à devida atenção e debochando do interlocutor. Aqui vale a observação da discrição. O ambiente de trabalho deve ser utilizado em primeiro lugar para trabalhar, mas também pode-se ocasionalmente utilizar seus recursos para fins pessoais. Porém cabe aqui observar que a discrição e a brevidade devem pautar as comunicações, e os relacionamentos pessoais que não estão envolvidos diretamente com o trabalho devem ser deixados de lado temporariamente, salvo as exceções relacionadas a emergências e situações fora de controle que requeiram total atenção. Comunicações que tomem um rumo hostil, como brigas, discussões acaloradas e pelejas, devem ser sumariamente deixadas para depois, pois basta levantar um pouco o tom de voz em uma ligação para que todos que estão em volta parem o que estão fazendo e fiquem "atentos" ao que se está falando no telefone e parem de se concentrar em suas tarefas. Se tal situação for inevitável, recomenda-se procurar um lugar isolado para continuar com a conversa como, por exemplo, uma sala de reunião vazia ou o banheiro. g) Retorne ligações Mesmo que você não conheça quem deixou o recado. Novamente temos a questão do comprometimento. Se algum ligou para você, independente de quem seja ou qual for o assunto, é sua obrigação retornar a ligação, nem que for para dizer um local ou hora específico para tratar de um assunto. A comunicação é um fator crucial no ambiente de trabalho e nenhum profissional deve se dar ao luxo de ignorar um recado não atendido, seja qual for o motivo. Na próxima semana falaremos um pouco mais sobre o assunto. Até lá! November 04 Seleções precisam de menos personagem e mais personalidade, afirmam especialistasViviane Macedo Em São Paulo Algumas dicas podem ajudar, mas receitas prontas para processos seletivos bem-sucedidos, realmente não existem. Ter atenção, foco e conhecer o mínimo da empresa são pontos primordiais e precisam ser do conhecimento de qualquer profissional, mas quando o assunto é maneira de ser e agir, definitivamente, não há certo ou errado, afinal nunca se sabe qual é o perfil desejado pela empresa. Apesar disso, é cada vez mais comum encontrar candidatos "robôs", com respostas prontas, mecanizadas e um tanto clichês. Quem afirma é Bruna Dias, consultora da DMRH. "O que acontece é que hoje, em algumas dinâmicas de grupo, todo mundo tem a mesma fala, o mesmo discurso e isso não é real. Um discurso consistente acontece quando a pessoa é ela mesma, passa segurança no que fala, mostra-se à vontade com relação a isso", aponta a consultora. Segundo ela, além de demonstrar a criação de um personagem, muitos profissionais acabam se prejudicando no processo, às vezes, deixando de ser o que realmente a organização esperava para aquela posição.Com preparação, sem máscaras Quem se prepara não precisa usar máscaras no processo seletivo - quando conhece a empresa ou, pelo menos, o básico sobre ela, o candidato se torna muito mais competitivo na seleção. "Antes de ter qualquer contato com a organização é importante fazer uma busca no site, ler sobre o concorrente dela, como ela está no mercado", explica Fábia Cristina de Barros, gerente da Foco Futuro, divisão do Grupo Foco. Personagens surgem justamente com a falta de preparo. Fábia garante que não saber sobre a companhia já é uma falha grave, mas não conhecer o próprio currículo é uma gafe maior ainda, que acontece muito hoje. "Não basta ter um currículo, é preciso conhecê-lo. As atividades desenvolvidas nas últimas empresas, os cursos que fez, quem deu, por que fez o curso, como ele agregou. Foi a uma palestra, então ter um motivo para isso, saber sobre o palestrante, suas ideias. Enfim, o candidato tem de ter sempre um conteúdo a mais para mostrar profundidade, envolvimento e não cair na armadilha de tentar ser o que não é", alerta. Essa clareza no discurso vale muito mais do que qualquer mentira inventada para impressionar o selecionador. "Mentir realmente não vale a pena, porque se eu minto para entrar numa organização eu estou mentindo pra mim mesma. Além disso, vou ter de sustentar essa mentira por muito tempo, não compensa", diz Bruna. Os processos hoje Segundo Fábia, hoje, as entrevistas mais comuns são por competências, o entrevistador busca fatos reais já ocorridos com o profissional, para conhecer um pouco mais sobre seu perfil e atitudes no dia a dia no ambiente de trabalho. "O selecionador pede, por exemplo, que o candidato conte uma situação onde teve de agir com criatividade para resolver um problema", explica Fábia. Ela afirma que a resposta tem de ser a mais natural possível e mesmo que tenha um caso negativo, o profissional pode colocar. "Um bom profissional se faz de erros e acertos. As pessoas tendem a mascarar as gafes da carreira achando que é um fator negativo, mas não é, desde que se tenha aprendido com isso", completa.Outro alerta importante é com relação aos perfis. "Cada empresa tem uma necessidade, um estilo. Não existe essa história de perfil de trainee ser um, perfil para estagiário ser outro. Vai depender da empresa, do que ela espera de cada profissional", garante Bruna. A consultora explica que tentar se enquadrar a um perfil é um engano e o que tem de ser preservado em qualquer processo é a personalidade. "A preparação é devida, mas o candidato deve cuidar para não ser artificial. É preciso manter as características pessoais e imprimir a marca naquilo que está falando e não simplesmente reproduzir falas politicamente corretas", completa. Algumas dicas sobre como ir bem em processos seletivos são sempre bem-vindas, mas seguir scripts não é a recomendação das consultoras. "Saber mais sobre seleções pode ajudar muito o profissional, mas ele precisa entender antes que as dicas existem apenas como um suporte, portanto é preciso filtrar e adequar àquilo que ele é de verdade - se existe segredo é esse, ser sempre você mesmo", finaliza Bruna. October 29 gMail no Outlook 2007Para configurar o Outlook 2007 para sua conta do Gmail:
Parabéns! Você acabou de configurar o seu cliente para enviar e recuperar mensagens do Gmail. October 13 O BRILHO DE TORNAR-SE UM LÍDER!Por Roberto Shinyashiki O brilho de qualquer bom líder é, justamente,conseguir unir as grandes habilidades de cada membro e elevar a autoestima de todos, para que satisfação, felicidade e qualidade de vida sejam os pilares centrais do cotidiano. Quantas vezes você já não ouviu inúmeras pessoas clamarem sobre a importância do líder dentro das empresas? Sem dúvida ela é crucial. Empresas sem bons líderes dispersam-se na busca de seus objetivos, fazendo com que suas metas expirem. 1- Conhecer o negócio da empresa 2- Administrar o presente enquanto cria o futuro 3- Transformar ameaças em oportunidades 4- Criar paixão por resultados 5- Facilitar o aparecimento de novos líderes 6- Criar equipes integradas e comprometidas 7- Evoluir sempre Um abraço, Roberto Shinyashiki September 29 "Ciclo de Vida do Cliente para Empresas de Serviços"Muitas coisas nas nossas vidas têm começo, meio e fim. Infelizmente isso se aplica também à nossa própria existência como indivíduos. Quando alguém morre, podemos dizer nada mais pode ser feito. No entanto, esse conceito foi sabiamente aplicado em marketing se fala de clientes. Os clientes não nascem facilmente e demandam esforço para iniciar seu ciclo de vida, mas também não são eternos e esse ciclo pode ser rompido. Porém, diferentemente das pessoas, o cliente pode ser ressuscitado. September 28 O que é motivaçãoMotivar sua equipe de vendas é coisa séria, que requer planejamento e estudo aprofundado da equipe.O que é motivação?
Motivação é um processo que acontece de dentro pra fora. Ou seja, depende do que cada indivíduo deseja, do que o motiva a comprar, a trabalhar melhor, a vender etc. Um plano de motivação precisa ser antes de tudo direcionado. É preciso saber qual a meta a ser atingida com a ação motivadora. Quando vamos implementar um plano de motivação para uma equipe de vendas, precisamos conhecer a equipe, saber o que motiva cada indivíduo e saber que um pode ser motivado por dinheiro e outro não. Para isso é bom conhecer a pirâmide de necessidades de Maslow. Maslow define uma hierarquia das necessidades humanas. Em ordem crescente que começa na base da pirâmide e termina no topo, as necessidades são numeradas em ordem crescente, das básicas (base) às avançadas (topo).
A motivação para melhoria do desempenhoMotivar é uma forma de mudar a atitude de um individuo através de um estímulo. Para mudar uma pessoa, você precisa conhecer quais são seus ideais, planos de vida etc. Dinheiro é sim um fator motivacional para equipe, mas não é o único e depende do quanto as suas necessidades, respeitando a escala, foram saciadas. Existem outras formas de motivação melhores, como treinamentos, palestras, prêmios e metas. Plano de motivaçãoNa implantação de um plano de motivação para sua equipe, não esqueça dos fatores e dicas abaixo:
Espero ter mostrado que motivação não é brincadeira e bagunça, não é bater palmas e contar músicas, não é dar pulinhos, gritinhos e muito menos brincar de roda com os vendedores. Sim, tudo isso pode ser usado, mas com um objetivo, uma meta, muito bem organizado e planejado. Palavras não mostram quem você é na totalidade; mas suas atitudes sim. Chamar funcionário de colaborador e tratá-lo como um senhor feudal não adianta nada. Terminamos aqui este artigo e espero que tenham gostado. Críticas, sugestões, dúvidas e propostas são bem-vindas sempre. Até a próxima, um abraço e fica a frase da vez.
Referências bibliográficasSeptember 25 Qual o perfil profissional que a metodologia ágil precisa?Por Denis Ferrari - iMasters Depois que Agile se tornou a palavra do momento, muitas pessoas foram em busca de entender os acrônimos do meio como TDD e BDD. Mas o importante na metodologia ágil não é a linguagem, técnica ou ferramenta adotada. O mais importante é que a pessoa que utilizará a metodologia tenha o perfil adequado para ela. Depois de algumas experiências, levantei algumas características que considero ideais para os profissionais ágeis (profissionais que usam a metodologia ágil). São elas: ExperiênciaNão acredito que seja necessária muita experiência profissional, mas a beleza da metodologia ágil é que ela resolve os problemas que tínhamos no modelo tradicional de desenvolvimento, ou seja, alguém que nunca trabalhou na vida com cascata, dificilmente irá entender os porquês da metodologia ágil. Não é necessária muita experiência, mas é desejado que o profissional já tenha trabalhado em alguns projetos. Ter os valores do manifesto ágilSe o profissional não entender e não acreditar nos valores do Manifesto Ágil, de nada vai valer sua participação na equipe. Essa metodologia não funciona por imposição. O profissional deve ter os valores, antes das técnicas. ComprometimentoTodos os integrantes da equipe devem estar comprometidos com o projeto, ou seja, fazendo tudo que for possível para que ele seja entregue no prazo e com qualidade. Não existe horário ou cargo; o objetivo principal tem que ser alcançado. Boa comunicaçãoEm equipes ágeis a comunicação é constante, todos os membros da equipe devem estar informados sobre tudo o que está acontecendo no projeto, mesmo que não seja sua área de especialidade. Várias técnicas usadas na metodologia ágil exigem boa comunicação; pessoas introspectivas podem encontrar dificuldades nas cerimônias do Scrum, por exemplo. Desapego a funçõesO profissional ágil faz o que o projeto precisa, mesmo que essa não seja sua "função" definida. É claro que todo profissional tem suas especialidades e em equipes ágeis isso não é diferente, porém, você não ouve da boca de um profissional ágil a frase: "Não fui contratado pra isso" ou "Essa não é minha função". Busca contínua por conhecimentoEssa deveria ser uma característica de todos os profissionais de TI, mas é imprescindível em profissionais ágeis. O profissional ágil está sempre buscando melhorar suas técnicas e revendo seus valores. Organização e autogerenciamentoUm profissional ágil deve ser capaz de organizar suas tarefas e seu tempo, buscando sempre cumprir suas metas diárias. Este tipo de profissional não é dependente da figura de um gerente. Bom ambiente de trabalhoRemuneração, geralmente, não é o fator crítico de permanência desse tipo de profissional na equipe. O ambiente, os projetos e as pessoas envolvidas são os fatores que mais motivam esse perfil. Esse tipo de profissional busca qualidade de vida, e é claro que ele tem que receber uma remuneração que permita que ele tenha essa qualidade, afinal de contas, quantos profissionais vocês conhecem que atendem a todas as características que citei? Espero ter mostrado que não é qualquer perfil de profissional que funciona em metodologias ágeis. Se você é um gestor, deve direcionar o perfil desejado corretamente no seu processo de recrutamento, pois tudo começa com as pessoas. September 18 Clientes não são clientes, são parceiros!Por Denis Ferrari - O objetivo desse texto é direcionar uma linha de pensamento que acredito ser ideal em contratações de serviço de TI, onde o mais importante é ajudar o cliente e não fazer o que você foi contratado para fazer. Quantas vezes nos deparamos com a situação onde o cliente solicita que façamos algo que não é a melhor solução (ou solução mais viável) e temos que convencer o mesmo que aquele não é o melhor caminho? Aí eu pergunto, sabemos realmente qual é o melhor caminho? Dificilmente o cliente irá discutir fatores técnicos com a gente, mas quando se trata de negócio saber ouvir os argumentos do cliente é a melhor saída. Trabalhei algum tempo em empresas onde vi pessoas criticando pedidos dos clientes e reclamando muito, aí eu penso, se você não conseguiu convencer que a sua idéia era melhor, talvez precise melhorar seu poder de persuasão ou sua idéia não é tão boa assim. Independente do problema, aceitar uma solução sabendo que ela é errada é antiético. Parceria não é concordar sempre, ser parceiro do seu cliente implica em sempre mostrar o melhor caminho com argumentos válidos se preocupando mais com o impacto da idéia no negócio dele do que no seu. Não é dar uma idéia pensando em vender um serviço, é dar uma idéia pensando em ajudar no serviço do cliente. Parceria não é fazer o que o cliente quer, é fazer o que ele realmente precisa, mesmo que isso seja sinônimo de recusar projetos. Parceria com o cliente não é só compartilhar os momentos de sucesso, é ajudar a apagar incêndios deixando a cobrança de horas extras e renegociações de contratos para o momento certo. Não é só chamar o cliente de parceiro, é realmente acreditar na parceria e pensar que o crescimento do seu cliente é o seu crescimento também. Clientes não são só portfólio, são empresas em que você fez a diferença e quando elas forem pensar na história da empresa perceberão que existe uma linha que divide antes e depois da sua prestação de serviços. Algumas pessoas podem achar esse texto apaixonado e que essa minha visão não é comercial, porém comigo sempre funcionou e eu nunca saí para vender um projeto. Indicações são a melhor forma de venda. Abraços! Para complementar esse texto veja também: September 16 A abordagem de vendasO sucesso começa na chegada.Abordar o cliente é um passo importantíssimo na venda - é o momento em que você pode conquistar a atenção do cliente ou perdê-la. Quem aqui já deixou de comprar por ser mal recebido pelo vendedor? Uma abordagem bem feita é parte de uma venda fechada… ao contrário do que aconteceu comigo ao ser atendido por um vendedor em minha empresa. Ele chegou com jeito de quem vinha correndo, suado, aparentemente apressado. Ao me cumprimentar, disse que estava atrasado, pediu desculpas por ter vindo correndo pois o dia estava uma loucura. Em seguida comentou que ainda tinha que atender outro cliente grande, onde não poderia chegar atrasado. Ele cometeu muitos erros, vamos pautar abaixo alguns: 1. Chegar correndo. Não se chega correndo para vender nada. O mesmo vale para entrevista de emprego, onde você vende seu potencial de trabalho; 2. Justificar o injustificável. Não tente justificar uma falha, pois você acaba a realçando ainda mais. E caso o cliente não a tenha percebido, vai passar a perceber. Não vai ajudar, só piorar. 3. Atenda o cliente e dê a atenção toda a ele. Jamais faça o que este vendedor fez - lembrar da importância de outro cliente. Pode parecer que o outro é melhor que o atual. Aqui o vendedor diz que não pode chegar atrasado ao cliente grande. Ou seja, usa de comparação, mesmo sem perceber. 4. Apresentação. No momento da abordagem tenha a preocupação de se apresentar primeiro. O seu cliente precisa saber seu nome, função e de onde você veio. Ele pode estar esperando outra pessoa no mesmo horário. AbordagemVamos citar algumas dicas que podem ajudar na abordagem: 1. Chegada. Cumprimente o cliente com entusiasmo, para que ele sinta que é importante para você. Diga quem você é, de onde veio. Primeiro cumprimente para depois falar do produto. Tenha em mente que o cliente tem as seguintes perguntas:
2. Observe. Olhe o ambiente onde o cliente trabalha, observe o jeito de falar ou vestir do cliente. Preste atenção em coisas que possam ajudá-lo a saber se o cliente é uma pessoa mais formal ou informal; 3. Estabeleça a comunicação. A comunicação pode estar adequada ao que se observa do cliente. Se é formal, nada de falar de futebol e coisas do gênero. Evite fazer perguntas que possam ser respondidas com palavras simples (sim e não), pois não ajudam a criar um dialogo; 4. Avalie a necessidade do cliente. Geralmente se você souber avaliar com calma e ouvir, o próprio cliente irá conduzir ao assunto, deixando para você balizar um andamento, dentro de seus objetivos.
5. Tempo. Não apresse o cliente e nem fique prolongando a conversa; você pode irritar e perder o cliente. Dance conforme a música - se for lenta, seja lento, se for agitada, seja agitado. O bom vendedor deve estar preparado para isso. Não tenha pressa em falar do produto - se seu cliente quiser perder meia hora para falar de futebol, família ou política, deixe-o falar, pois ele quer avaliar você antes de comprar. Tipos de abordagemExistem várias formas de abordagem, que podem ser usadas conforme as necessidades. Veja em ordem de importância:
Planejamento estratégicoO planejamento estratégico é muito importante para a conquista de novos clientes, usando a abordagem de vendas. Sem planejamento, aliado à estratégia e metas, não é possível chegar ao resultado de forma eficiente. Alguns podem pensar: “Eu sempre cheguei ao resultado sem planejamento estratégico”. Não, não chegou. No fundo você fez um planejamento estratégico sim, mas baseado no conhecimento empírico e sem se dar conta disso. É como a criança que está aprendendo a andar - ela passa por algumas etapas, como engatinhar, andar apoiando-se, andar com passos curtos e finalmente andar. Faz isso sem planejamento e atinge o resultado. A importância de saber quais são os passos para chegar a caminhar com desenvoltura em qualquer área é de suma importância, pois sabendo melhorar as etapas, melhoraremos com toda a certeza o resultado final. A melhor forma de resolver qualquer questão é pela divisão em partes. Dividir para conquistar, como dizia Napoleão Bonaparte. Críticas, sugestões, dúvidas e propostas são bem-vindas sempre. Até a próxima e fica a frase da vez:
Referências BibliográficasI. Plano de Vendas. Carvalhais, Roselaine dos Santos; Angela Ramalho Patto; Sebrae-MG - 2007. September 11 Nuvens do futuro
Sua marca digitalPor Roberto de Jesus Oliveira - iMasters É muito importante estar presente nos canais de mídias sociais. Um blog corporativo com conteúdo original e atraente agrega muito valor à marca da sua empresa. Dialogar diretamente com seus clientes em um ambiente menos hostil e mais verdadeiro é uma grande vantagem competitiva.
Neste universo, é preciso estar atento às intenções de cada post, tweet ou vídeo; seus clientes querem conteúdo relevante e respostas para problemas cotidianos, não propaganda! A televisão está cheia de propagandas e nos acostumamos com elas lá, mas a expectativa dos consumidores na internet é justamente pular esta etapa. Planeje antes de lançar a sua marca na Internet. Pense em tudo, monitoramento, ações positivas, preventivas, estratégias e sempre trabalhe com a sinceridade e relacionamentos. Esteja atento aos itens abaixo:
ConclusãoLembre que a sua empresa precisa de um planejamento de webmarketing efetivo e eficaz para conquistar seus clientes internautas. Fazer com que as pessoas vendam a sua marca e indiquem seus produtos é o "boca a boca" eletrônico. Fique atento ao que falam sobre a sua marca na Internet. Não deixe uma pergunta sem resposta e boa sorte. September 10 Escrituração Digital no Brasil
September 08 Fluxo de trabalho
September 05 Brasil terá sistema nacional para identificar mercadorias por RFIDAgência MCT - 04/09/2009 - 12:30 O sistema é baseado na tecnologia de Identificação por Radiofreqüência (RFID) e de comunicação sem fio. Ele será desenvolvido pelo Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários (Encat) e Centro de Pesquisas Avançadas Wernher von Braun. O projeto visa estabelecer um padrão único de identificação por radiofreqüência a ser utilizado em qualquer tipo de produto em circulação pelo país. Também prevê a estruturação de serviços de rastreamento e verificação de autenticidade de todo tipo de mercadoria que poderá ser desenvolvido pelos setores público e privado em atendimento às necessidades do mercado. O Brasil-ID objetiva promover a segurança do comércio e circulação de mercadorias no país por meio de uma tecnologia confiável e padronizada, que estará disponível ao contribuinte que livremente desejar adotá-la. |
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